A arena do Acampamento.

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A arena do Acampamento.

Mensagem por Hipnos em Qua Out 08, 2014 8:52 pm

Relembrando a primeira mensagem :



Arena

Uma construção bastante ampla cercada pela floresta. Trata-se de uma grande clareira construída de mármore branco e pedras. Várias alas são distribuídas e abertas aos campistas – com armas a disposição – para que treinem as devidas modalidades necessárias.

Ao redor da grande arena há uma espécie de arquibancada, para, durante os torneios os outros semideuses – que não estiverem em combate – possam assistir juntamente com Quíron e Sr. D.

Os monstros da arena são infinitos e ficam a escolha e criatividade de cada um assim como os bonecos e os alvos, que podem funcionar de maneira livre e a vontade. As armas que temos disponíveis são armas comuns e sem grandes efeitos.

Horários:

03:00 às 05:00 – Treino da madrugada: Combate a monstros.
06:00 às 08:00 – Treino matinal: Tiro ao alvo.
09:00 às 11:00 – Treino da hora do almoço: Curto combate, contra bonecos.

13:00 às 15:00 – Treino da tarde: Escalada.
16:00 às 18:00 – Treino da boca da noite: Saída de labirinto.
19:00 às 21:00 – Treino noturno: Contra um semideus – NPC (Sem mortes)



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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Phoenix Phantom em Qui Dez 04, 2014 8:10 pm



Treino do meio-dia
Carry on, it's time to forget the remains from the past.

E
ram exatamente 11 horas da manhã e eu ainda estava em minha cama no chalé de Thanatos. Eu não tinha a mínima vontade de levantar dali. Minha vida estava praticamente acabada. Eu não tinha mais uma casa, nem mãe ou sequer um pai. Quero dizer, é claro que Thanatos é meu pai e tal, mas ele não é do tipo presente. Eu também não tenho amigos aqui. Não que eu tenha vindo para cá fazer amizades. Não, nada disso. Eu vim aqui treinar. Eu vim aqui para evoluir e então vingar a morte de minha mãe. Talvez eu pudesse até procurar os assassinos do vovô e da vovó, mas apenas em segundo caso. Meu foco agora estava sobre Axel da Dinamarca, o príncipe sem escrúpulos que matou minha mãe.

O chalé era medonho e, mesmo que eu tentasse evitar, me causava arrepios. Entretanto, eu gostava. Minha cama era confortável e sua decoração praticamente descrevia meu interior: completamente negro. Em minha mente, enquanto eu olhava para o teto avermelhado do chalé, eu repassava minha conversa com Quíron.

"— Sentiu minha falta, Quíron? — O centauro me olhou surpreso. Certamente não esperava me ver ali, aos 18 anos anos como uma mulher formada. Sua boca abriu-se e fechou, sem sair som algum. — Parece que viu um fantasma. Cadê aquele velho instrutor que não vê a hora de explicar para a nova campista as coisas que envolvem a sua origem?

— Phoenix. Deuses, quanto tempo, criança. — Quíron balançou a cabeça, parecendo confuso. E surpreso novamente. — Eu... Eu não sabia que ainda...

— Que ainda estava viva? — Eu completei sua frase, sem me deixar abalar, mas internamente eu também me perguntava como ainda não tinha morrido. — Realmente, é uma surpresa.

— Quando você fugiu, pensamos que tinha ido para a morte. — Quíron replicou, ainda um pouco abalado. Estava em sua forma de cavalo-homem e claramente desconfortável com a minha presença.— De qualquer modo, Phoenix, bem vinda de volta. Ainda conversaremos sobre sua vida depois que fugiu do Acampamento."

Eu percebi imediatamente que ele estava me mandando embora. Teoricamente, eu ficaria magoada com isso, se fosse outra pessoa. Mas eu sabia que Quíron estava tentando entender as coisas. Eu também estaria se estivesse no lugar dele. Então depois da nossa mini conversa, eu me virei e caminhei para o chalé de Thanatos, já que eu sabia o caminho. E fiquei aqui desde então. Ocupei uma das camas mais afastadas do dormitório e fingi que não havia ninguém ali.

Porém eu precisava começar meu treinamento se quisesse acabar com o idiota, sem noção do Axel. Não importava se eu estivesse cansada ou com meus músculos doendo. Eu apenas sobrevivi todos esses anos longe do Acampamento por pura sorte. Um pequeno bilhete chegou até mim no instante que eu estava me aprontando para sair. No bilhete dizia para eu dar uma olhada no baú que tinha aos pés da minha cama. Era um baú moderno, mas com uma aparência antiga. Essa era a mesma cama que eu havia ficado quatro anos atrás, por isso não estranhei ao me abaixar e ver algumas das minhas coisas ali. Porém, também tinha um pequeno porta-joias ali dentro. Eu o abri com cautela e ansiedade, vendo que dentro tinha um pequeno anel com uma caveira. Outro bilhete estava ali explicando que era presente de Thanatos. Excitação me dominou por completo. No bilhete dizia que era uma arma e dependendo da forma em que estava — colar ou anel —, poderia ser ativada. Como estava na forma de um anel, eu simplesmente ignorei a explicação do colar e pulei direto para a do anel. Quanto mais eu lia, mais a antecipação por ver que arma era me envolvia.

Subitamente, eu decidi que precisava ver isso na arena — lugar destinado para os treinos, como Quíron havia me dito —. Eu não tinha ideia de que arma era e não queria que outros vissem agora. Era algo meu e o momento era perfeito, pois todos estavam indo para o refeitório comer. Eu já havia decidido que não iria para o refeitório antes, então não mudaria muita coisa.

Colocando o anel em meu dedo indicador direito, eu o admirei momentaneamente. Parecia ter sido feito para se encaixar no meu dedo e um sorriso brotou em meus lábios, enquanto eu caminhava rapidamente em direção à arena. A arena não era tão longe, de modo que logo eu estava na entrada, olhando por todo o recinto. Como eu previa, ninguém estava ali e isso me agradava imensamente. Inspirando profunda e lentamente, eu me encaminhei até onde estavam alguns bonecos de treinos. Eram feitos de algodão e mais alguma coisa que os deixava quase como um humano de verdade. Assim que os arrumei — cerca de cinco bonecos —, eu já estava pronta para testar a tal arma. Lentamente, eu girei a caveira do anel ansiosa. Aos poucos a caveira foi se soltando do anel como se fosse um parafuso. No instante em que caiu na minha mão, se alongou e, diante dos meus olhos, eu vi uma foice de quase 2 m, negra e brilhante, com inscrições na lâmina. Meu queixo caiu abismado com aquilo. Era a primeira vez que eu via algo do tipo, tão poderoso e bonito. Eu sabia que eu não podia perder tempo, mas eu não sabia usar uma foice. Mal sabia empunhar a adaga que estava presa à minha cintura. Então, decidida, eu larguei a lâmina sobre um dos bonecos caídos e me pus em frente ao boneco. Eu dava socos, sem acertar o boneco. Sabia que estava fazendo aquilo errado. Eu precisava de um instrutor se quisesse melhorar, e, como se estivesse ouvindo meus pensamentos, Quíron apareceu ali, com seu belo corpo de alazão enorme.

— Minha cara, você está fazendo isso errado. — Eu suspirei parando de tentar socar inutilmente o boneco e prestei atenção em Quíron. Algo nas palavras dele me magoaram, embora eu soubesse que era verdade. Eu mordi meu lábio, sentindo minhas bochechas corarem. — Isso não é motivo para vergonha, Phoenix. Venha, deixe eu lhe ensinar como fazer.

Ele tentou me ensinar. E eu aprendi o básico: um pé na frente do outro, joelho meio inclinado e olhos fixos no alvo. Meus socos estavam mais forte, admito, mas eu nunca diria isso em voz alta. Eu sempre tive uma ótima concentração e isso me ajudou muito sempre que Quíron tentava me distrair. Eu dava socos contra o estômago e na cabeça do boneco, visualizando ali aquele sorriso escroto de Axel. Percebi que meus chutes eram muito mais fortes que os socos e eu poderia usar isso ao meu favor, já que era mais baixa que a maioria dos monstros, embora fosse mais alta que alguns campistas dali. Minhas táticas mudavam conforme o boneco: sempre que um era maior, eu dava socos onde seria a mandíbula, chutes onde estava o estômago e alguns socos laterias na costela. Se o boneco fosse mais baixo, eu usava mais os pés, dando chutes onde alcançasse. Eu já suava drasticamente e Quíron deu um tempo para eu descansar.

— Parece que temos uma explicação para como se manteve viva até agora, Phoenix. — Quíron falou avaliando meu andamento com os bonecos. Eles estavam intactos, claro, mas creio que ele imaginava o que seria deles se fossem de verdade.

— O quê? Ah, não, não... — Eu tomei uma pausa para tomar a água de uma garrafinha que Quíron havia me dado. — Não, eu ter sobrevivido até agora foi pura sorte.

— Não existe sorte para vocês semideuses, Phoenix. — Seu tom de voz me arrepiou e eu arfei mais uma vez. Quíron olhou minha nova aquisição com admiração e concluiu que deveríamos treinar com ela. Ao ver minha expressão assustada, sua voz calma atingiu meus ouvidos me tranquilizando. — Está tudo bem, Phoenix. É fácil empunhar uma foice. Venha, tente.

Então, fazendo um esforço enorme para movimentar meus músculos doloridos, eu levantei, ouvindo as instruções de Quíron. Eu segurei a empunhadura da minha foice, chegando perto dos bonecos decidida a fazer um bom trabalho. Vagamente eu ouvia Quíron falar.

— Imagine os monstros no lugar dos bonecos. Mantenha seus pés firmes, Phoenix! Se concentra, criança. Use a foice no sentido anti-horário porque você é destra. Isso, criança!

Enquanto Quíron falava, eu me movimentava por entre os bonecos tentando estocá-los, imaginando que eles me atacariam de volta. No primeiro boneco, que era do meu tamanho, eu girei minha foice no sentido horário, me sentindo desequilibrar com a força. Meus olhos captavam instantaneamente qualquer movimento perto do bonecos, que mais eram provocados pelo vento. Eu ainda não tinha "matado" o primeiro boneco, quando imaginei que o segundo — se eu estivesse mesmo em uma luta — me atacaria. Eu girei rapidamente para o lado do boneco mais próximo, me agachando e atacando com a foice a haste que segurava o boneco. A excitação me fez voltar para o primeiro boneco e chutar seu estômago, atacando com a lâmina direto no pescoço, o derrubando também. Menos dois. Os outros três estavam intactos, mas em minha mente eu os imaginava se preparando para um ataque traseiro. Num movimento que, se eu tivesse pensado premeditadamente não conseguiria efetuar, eu me agachei em meio a um giro, ao mesmo tempo que dava uma rasteira no boneco mais próximo, logo em seguida levantando e chutando o que estava ao lado, estocando o peito do primeiro antes que ele tocasse o chão. O que estava ao seu lado balançava precariamente quando eu acertei sua cabeça, me virando, então, para o último boneco. Em minha mente, o rosto nojento com aquele sorriso malicioso apareceu. Axel me encarava com seu típico olhar vitorioso. Fúria me encheu quando eu estoquei contra o boneco, perfurando o tecido de algodão e chutando o que sobrou.

Eu arfava enquanto procurava mais "adversários". Quíron batia palmas em um lugar distante, me fazendo franzir as sobrancelhas. Aos poucos eu voltei ao mundo real, percebendo o estrago que eu fizera nos bonecos. Um sorriso ávido se mostrava em meu rosto enquanto eu arfava cansada. Agora eu percebia que meu corpo almejava um descanso. Eu estava mortalmente cansada por conta da caminhada de três dias até o Acampamento. Mas meu rosto demonstrava mais felicidade do que eu já tinha demonstrado desde a morte da minha mãe.

— Foi um ótimo treino, Phoenix. Agora volte para seu chalé e descanse. Ainda precisamos conversar sobre seu tempo fora daqui. — Ele tinha me dispensado e meus músculos agradeciam. O esforço tinha me esgotado e eu não falei nada enquanto instintivamente encaixava a ponta da empunhadura da foice no anel e ela desaparecia misteriosamente aos meus olhos. Vendo Quíron coçar a barba, eu lhe dei um sorriso cansado e voltei para o meu chalé.

Legenda:

Falas da Phoenix.
Falas de Quíron.
Pensamentos de Phoenix (narração).
Armas usadas:

• Foice Negra: mede cerca de 2 m e também pode ser chamada de Foice da Morte. É a comum foice que vemos em representações da Morte e ajuda no controle das almas. É feita de ferro estígio e revestida de bronze celestial. Quando acertada no lugar certo (pescoço ou coração), pode ceifar a alma do indivíduo. Vem com uma inscrição na lâmina, escrita em grego e em letras negras. Ao gosto do portador, pode se transformar em um colar com pingente da foice, que é ativado ao "arrancar" o pingente do colar ou um anel com uma caveira, que se ativa ao girar a caveira. {Inscrição da lâmina: Ο θάνατος είναι ο τελευταίος εχθρός να ηττηθεί. (A morte é o último inimigo a ser derrotado.)} [Presente de reclamação de Thanatos - opcional.]

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Última edição por Phoenix Phantom em Qui Dez 04, 2014 8:39 pm, editado 2 vez(es)
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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Hipnos em Qui Dez 04, 2014 8:30 pm



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Como já disse em algum momento anteriormente: não gosto de narrações em primeira pessoa, mas, você faz isso de uma forma tão incrível que é impossível não apreciar. Dona de uma ótima escrita onde vê-se sua trama bem desenvolvida a cada linha. Gostei de suas ações, forma de narrar, agir e pensar. Meus parabéns.

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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Chira Goldsby em Sab Dez 06, 2014 1:47 pm



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O
Acampamento estava se tornando um pesadelo. Eu olhava para a gargantilha de pérolas, posto em cima da cabeceira da cama com um enorme desejo, mas sabia que ainda não era a hora. Talvez nunca fosse, mas eu tinha que acreditar que estava próxima.

Desde que eu descobrira que a coroa ornada que tinha ganhado de Quione era, na verdade, um arco indestrutível de gelo que atira mesmo sem flechas, eu sempre a usava. Era estranho, claro, mas fazia sentido. Eu era a princesa da Neve, considerando que minha mãe era a rainha. Eu a usava todos os dias desde que voltei do Central Park com a gargantilha. Eu também estava sempre com a gargantilha de pérolas, com a pérola azul, com a última lembrança que eu veria de papai. Eu a tirava apenas para dormir e nada mais. Naquele momento, a gargantilha era o meu tesouro sagrado. Junto com o medalhão que eu ganhara de Poseidon. Era uma boa opção caso não tivesse distância o suficiente para atacar com meu arco e eu me sentia bem com a foto de papai e Quione guardada sobre meu peito. E eu também tinha certa especialidade com a corrente de gelo em que ele se transformava.

Nesse dia em questão, eu estava mais melancólica que o normal. Eu estava me sentindo sozinha no chalé. Ninguém me visitava, até porque não fazia sentido se eu não falava com ninguém. Minha rotina era os treinos que meu chalé precisava, almoço, treino, jantar e chalé. Eu pouco procurava me socializar, queria mesmo era a aprovação de Quione quanto ao meu comportamento. Queria honrar o título de sua filha. Eu seria sua favorita. E, como era cedo da manhã, eu saí do meu chalé por volta das 6h:30min indo direto para a arena.

Assim que cheguei e notei que não havia ninguém — provavelmente pensaram que ninguém seria louco de ir treinar tão cedo da manhã em pleno sábado —, eu me encaminhei até uma ala destinada aos arcos. Vários alvos estavam postos aleatoriamente pelo lugar, me deixando com um sorriso vitorioso no rosto. Se fossem alvos de verdade, eu já teria os destruído completamente.

Eu me ajeitei, tirando meu diadema e o inclinando, deixando-o se alongar sobre minha mão até ter a forma de um arco de gelo ornamentado. Eu sentia como se ele fosse parte de mim, pois no instante em que posicionei e olhei para o alvo mais próximo, puxei a corda e atirei, eu me senti sendo a flecha, indo diretamente para o alvo, acertando-o em cheio. Orgulho inflou em meu peito enquanto eu mirava o próximo e atirava. Mais um alvo acertado em cheio. Eu sempre me sentia melhor treinando com o arco do que com a corrente de gelo, mas eu era boa com ela também. Talvez tivesse algum tipo de benção sobre ela ou talvez os treinos com Tomnus tenham valido a pena.

Minha mente estava começando a entrar no espírito do treino, criando obstáculos que eu enfrentaria em uma luta real. Eu me movimentava entre os alvos, lembrando das instruções do velho sátiro. "Crie seus próprios obstáculos, suas defesas. Crie mais inimigos e alvos. Imagine todo o tipo de atraso possível, porque numa luta real, é isso que vai acontecer." Eu imaginava. Sempre o fazia. Monstros surgindo do nada e atrapalhando minha mira, então eu atirava direto no coração e acertava exatamente o "coração" do alvo. Eu imaginava alguém atirando as flechas em mim e minha visão aguçada por causa da mira me desviava. Eu me abaixava e atirava, sempre acertando o alvo. Eu nunca errava. Meus movimentos eram aleatórios, mas já estavam ficando fracos com o cansaço. Eu me sentia suando, mas continuei até acertar pela segunda vez o mesmo alvo. Eles haviam acabado.

Eu olhei ao redor, meus obstáculo sendo destruídos dos meus olhos. Eu tinha acertado todos os alvos. Eu quase pulei com o orgulho que me prendeu. Minha habilidade com arco sempre fora maior do que com outras armas. Antes, eu ainda errava minhas flechas, mas ainda sim, sempre acertava uma parte do alvo. Agora, eu sempre acertava onde mirava. Só me restava saber se isso aconteceria em uma luta real. Então, como eu havia acabado, peguei a garrafa de água que tinha trazido comigo e tomei, com uma toalha sequei o suor, desativei meu arco e, com um sorriso orgulhoso, eu voltei para o meu chalé, sentindo que poderia enfrentar qualquer coisa.

Observação:

Esse treino acontece antes da missão da profecia dos nove. Preciso upar essa conta rapidamente. ;-;
Armas:

• Diadema/Coroa Congelado: Um (a) diadema/coroa de prata e safiras ornamentais que, se posicionado (a) como se fosse um arco, transforma-se em um arco de gelo. É indestrutível e as flechas se materializam quando a corda é puxada e possuem o poder de diminuir a temperatura do alvo, levando a paralisia. [Dura 2 turnos]
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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Melinoe em Sab Dez 06, 2014 2:36 pm



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Bom vi que narrou em primeiro e desta forma pudê ver que conseguiu me prender do início ao fim, mesmo que eu odeia este tipografo narrativo me encantei no seu jeito único de organizar cada palavrinha e até mesmo, formar uma narração breve dentro da Arena. Como dito você havia feito nas pressas certo? Só sugiro reler o texto pelo fato de alguns erros que detectei logo ao fim do mesmo.

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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Zachary Volkmer em Seg Dez 08, 2014 9:18 pm

Treino Noturno




Já havia quinze campistas na arena quando eu cheguei, Quíron estava ao centro do recinto, conversando com alguns garotos.  Caminhei para um dos cantos vagarosamente e fiz alguns alongamentos, afinal, eu não queria ficar todo dolorido no dia seguinte.

- Zach – A voz do centauro ecoou em minha mente, eu levantei a cabeça e o vi se aproximando – Pronto para o treino de hoje?

- Por que não estaria? – Abri um sorriso e apertei a mão do hibrido em um cumprimento.

- O treino de hoje será algo que você gosta – Ele abriu um sorriso – Luta entre campistas.
Meu sabre já estava em minhas mãos e meu escudo já havia sido ativado. Eu andava a pequenos passos em direção ao centro da arena, indo de encontro a minha adversária, que usava uma armadura de couro, uma espada de bronze e um elmo dourado.

Quíron deu início à batalha, todos os campistas que estavam na arena permaneceram afastados para poder assistir sem que houvesse nenhum acidente. A garota não avançou contra mim, apenas ficou em pé, encarando-me como se quisesse me analisar. Eu não lutaria com ela usando tudo o que eu tinha logo no começo. Comecei a bolar algumas estratégias e avancei contra a menina, brandindo minha espada.

Tentei atacá-la com um golpe vertical na cabeça, mas ela simplesmente levantou a espada e se defendeu. O choque entre nossas armas fez com que a menina precisasse colocar uma das pernas para trás e equilibrar o peso.  Tentei forçar a arma da garota para baixo com a minha própria, contudo minha inimiga rodou para a diagonal e se desvencilhou de meu ataque, posicionando-se ao meu lado.

Ela investiu contra mim, eu virei o corpo no próprio eixo por 90° e defendi seu golpe. A menina era rápida e habilidosa, eu teria que ter muito cuidado durante meus ataques. Desta vez, ela foi ainda mais rápida e atacou novamente, contudo instintivamente eu levantei minha arma e, mais uma vez, nossas lâminas se chocaram.

Recuei com um salto para trás, secando o suor que escorria pelo meu rosto, olhei para a semideusa com um leve sorriso e girei a espada, tentando provocá-la.

- Isso é tudo o que você tem pra mim, moça? – O sorriso em meu rosto ficou estampado.

A garota pareceu se irritar com o comentário e avançou em minha direção, ela tentou uma rápida estocada, mas joguei meu corpo para o lado e dei uma cambalhota para a esquerda, posicionando-me ao lado de minha oponente. Ainda agachado, girei o tronco e bati com o lado achatado da espada na panturrilha de minha adversária, que acabou perdendo o equilíbrio e caindo.

Virei-me e ataquei-a enquanto ainda estava caída, ela não parecia desnorteada e rolou para o lado, fazendo com que minha espada acertasse o ar. Por fim, nós dois nos levantamos, ofegantes, e nos encaramos por um breve momento. Eu não podia demorar para derrotá-la, o cansaço estava começando a atrapalhar.

Ambos avançamos, ela brandia a espada de forma agressiva e eu imaginei que este seria o momento de derrotá-la. Mais uma vez, a semideusa tentou uma estocada, mas seus movimentos já estavam mais lentos por causa do cansaço, além disso, meu cérebro começou a enviar impulsos elétricos que se propagavam até meus olhos.

Eu consegui desviar da estocada por alguns centímetros, apesar da lâmina da garota conseguir rasgar parte da minha manga. Recuei com um salto e foquei meus olhos na sua espada. Senti que podia fritar a pobre semideusa se quisesse, mas me esforcei para lançar uma leve carga elétrica na sua espada. Meus olhos liberaram um pequeno raio que alcançou a arma da minha adversária. Ela travou automaticamente com a eletricidade percorrendo seu corpo, o momento de desatenção que eu esperava. Corri na sua direção e chutei sua panturrilha, fazendo ela tombar de costas. Me aproximei e pressionei de leve a espada no pescoço dela. A batalha havia terminado.

Quíron se aproximou, enquanto eu secava as gotas de suor que haviam escorrido pela minha testa e se concentraram na ponta de meu nariz, e começou:

- Ótimo! Estão dispensados do treino por enquanto!

Armas:

– Sabre Eletrificado: Um sabre feito de ouro imperial com a ponta levemente eletrificada, dando leves efeitos de choque e calafrios na pele daquele ou daquela que encostar, porém sem nenhum efeito em proles de Zeus.
Poderes:
Passivos:
Considerar todos até o nível atual dando ênfase a essas:
Perícia com Armas Avançado [Nível 19] : As proles de Zeus tem tanta familiaridade com armas que podem manuseá-las com perfeição mesmo sem nunca ter tocado em nenhuma delas.

Estratégia [Nível 18]: Suas estratégias são tão bem elaboradas que saem exatamente como o planejado sem haver grandes erros durante a execução. Dessa forma poderá ganhar batalhas com tamanha facilidade e ainda fazer com que as pessoas trabalhem para você sem hesitar.
Ativos:
Olhos em choque [Nível 10]: Seus olhos estarão cobertos de eletricidade e dessa forma poderá lançar raios elétricos em seus inimigos diretamente de seus olhos. [-15Ep]
Etc's:
Falas- Minhas, Quíron
Esse treino ocorreu antes da profecia dos noves, preciso upar para a missão


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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Jason P. Bennett em Seg Dez 08, 2014 10:02 pm



Treino com Arcos



Eu sabia que minha habilidade com lanças era boa, afinal, eu já derrotara alguns monstros com elas, todavia agora em me encontrava em uma situação totalmente diferente. Quíron me entregara um arco juntamente com uma aljava de flechas, ambos de madeira, assim que eu entrara na arena, equipamentos usados apenas em treinos para novatos, como eu.

Alguns filhos de Apolo já estavam treinando e faziam tudo aquilo parecer extremamente fácil. Aproximei-me um tanto cauteloso, observando atentamente os movimentos dos garotos, que eram rápidos e de uma precisão cirúrgica, contudo o ato não parecia ser muito difícil: Puxar uma flecha da aljava, posicionar a parte de trás do projétil no fio enquanto a ponta desta era voltada para frente e o cabo ficava apoiado sobre a madeira do arco, puxar a flecha para trás, na altura dos olhos, fazendo com que o fio se tencionasse e curvasse a madeira, soltar e puff. O que poderia dar errado?

Posicionei-me da mesma forma que os campistas que eu observara a pouco – com os pés perpendiculares em relação ao alvo, que Quíron havia preparado logo antes do início do treino – e mentalizei o que deveria ser feito. Respirei fundo e comecei de forma lenta e concentrada. Puxei a flecha da aljava, posicionei-a da forma que eu havia visto há pouco e fechei um dos olhos para poder mirar. Fiquei parado por alguns instantes, tentando calcular toda a balística do negócio, por fim, soltei a flecha.

O projétil rasgou o ar e passou longe da mira, enquanto alguns campistas soltavam leves risadas provenientes de meu desempenho. Senti meu rosto corar e puxei outra flecha da aljava, mais uma vez respirei fundo e posicionei-a no arco. Agora eu estava certo que conseguiria, entretanto assim que atirei percebi que de nada adiantara toda minha vergonha. A flecha mais uma vez passou longe, e outras risadas se seguiram.

Continuei tentando por incontáveis minutos, mas não importava o que eu fazia, os resultados não variavam muito. Vez ou outra eu até conseguia acertar as extremidades da mira, mas o ato não passava de pura sorte. Quando eu já estava para desistir, o centauro se aproximou, fitou-me por um breve momento e começou:

- Jason, o seu erro está no braço direito. – Ele ergueu meu braço de forma que eu pudesse ver a flecha toda e tivesse mais facilidade para mirar – Se deixar o braço erguido dessa forma, você vai evitar que a flecha suba e erre da forma que estava acontecendo anteriormente. Tente novamente.

Puxei mais uma flecha da aljava, segui as instruções de Quíron e, para meu próprio espanto, a flecha disparou em direção do alvo. Obviamente que a flecha não acertou em cheio, afinal, não seriam apenas algumas dicas que me fariam virar o “Robin Hood” dos tempos modernos, mas com certeza haviam ajudado.

Não pude deixar de abrir um leve sorriso, agora eu me sentia mais empolgado. Continuei tentando, tudo parecia mais simples e os meus movimentos com o arco pareciam fluir com mais facilidade. Infelizmente, nenhuma das flechas que eu atirara acertou a mira em cheio, contudo os resultados variavam entre a extremidade do alvo e alguns centímetros afastado da pontuação máxima.

Felizmente, as risadas cessaram e eu pude me concentrar em meu exercício sem nenhum tipo de distração. Mantive-me atirando flechas até que minha aljava ficasse vazia, então recolhi tudo o que eu havia usado e caminhei até Quíron.

- O que achou do arco? – O centauro me perguntou com um sorriso zombeteiro.

- É interessante. Gostei de usa-lo, apesar de preferir muito mais uma lança. – Eu falei devolvendo os equipamentos que ele havia me entregado no começo do treino.

Por fim, deixei a arena mais feliz, afinal, apesar de não ter me tornado nenhum atirador comparado aos filhos de Apolo, eu aprendera algo novo que algum dia poderia salvar minha vida.

Adendos:
Não usei nenhuma arma do meu arsenal e nenhum poder. O arco foi doado pelo acampamento para ser usado só para o treino.





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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Melinoe em Ter Dez 09, 2014 12:29 pm



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Ambos os treinos foram bons, não vi nada que os corrompessem e nem que me fizesse parar de ler no entanto, cuidado com as vírgulas. 

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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Andrew Von Mühlen Stark em Qua Dez 10, 2014 11:06 pm

Arena - Alone - 23:05  \o\

Havia acabado de acordar de um longo sono, estava tendo um barulho tremendo lá fora, como alguém iria conseguir dormir com aquilo ?. Ele se lembrou que aquela não era sua casa que poderia acordar a hora que bem entende-se, ele se levantou da cama e então foi para o banheiro e ainda meio zonzo e dormindo em pé ligou o chuveiro que estava na água fria. Andrew ao adentrar na água recuava um pouco e falava: - Cadê a água quente ? Nesse frio ter de tomar banho na água fria é o fim ! - Disse ele zangado, para sua sorte não havia ninguém no chalé além dele e alguns irmãos e irmãs que estavam a dormir.

Ao terminar o banho escovei meus dentes e coloquei minhas roupas, então sai dali deixando os meus irmãos dormindo, fechei a porta do chalé e então caminhei com minha foice até a arena para treinar um pouco a sós, ao chegar lá ele percebeu o local cheio, com sua foice na mão direita apenas se afastou dos outros semideuses para que não arranja-se encrenca aquele horário. Andrew ficou num cantou e começou a treinar com alguns bonecos ali os golpeando com muitos ágeis em direção ao peito do boneco o cortando. Após treinar seus movimentos ele quis tentar suas habilidades com dois autômatos, logo os arrumou em posição e então começou a lutar com eles, eram robôs e sabiam muito bem manusear aquela espadas e o atacavam sem dó, o menino apenas se esquivava de ambos. Um dos robôs acertou o braço direito do menino assim fazendo com que ele derruba-se a foice que estava na sua mão e começava a ver o robô se mexer coma espada, então utilizando da sua grande agilidade correu em direção a eles evitando suas lâminas e pegando novamente a foice e golpeando os robôs, fechando os olhos lentamente enquanto voltava a se concentrar na luz do sol, estava um belo dia.

Os filhos de Ares que estavam por ali treinando com suas foices ao ver aquilo, um deles deu um sorriso e então caminhou até Andrew que estava se levantando, batia em suas roupas tirando a poeira e ao ver um dos filhos de Ares se aproximar falou: - Oi, estava você e seus irmãos treinarem com as foices, são muito bons. Sou filho de Thanatos e você ? - Disse o menino querendo ser amigável com aquele indivíduo, ele não queria ser odiado por todas aquelas pessoas que estavam a cerca-lo, pois ainda era novato e a última coisa que queria era ter de brigar com ele que parecia já ter um tempo longo de acampamento e um treinamento muito superior ao dele. A prole de Ares olhou para o menino com um olhar de desprezo e ao escutar quem era seu pai deu um suspiro e virou o rosto, aqueles olhos eram assustadores para ele que percebeu o olhar de desprezo lançado por aquele menino que falou: - Sou Alaric... Meu pai é Ares ! - Disse Alaric, vendo Andrew se levantar e logo o atacou, o menino num movimento rápido se jogou no chão novamente e então olhou para ele um pouco confuso com oque ele havia tentado fazer e falou: - Mas... que porra foi essa cara ? O que eu fiz para você me atacar ? - A prole de Ares ainda quieto voltou a ser mover e tentar acerta-lo com um corte no peito, o filho de Thanatos se moveu colocando a sua foice na frente da arma de seu oponente e o travando para que sua arma não passa-se.

Ambos deram um salto se afastando, Andrew ainda estava sem entender nada mas não iria deixar aquele menino lhe atacar e sair como se nada ouve-se acontecido. O menino havia ouvido alguns boatos que os filhos de Ares eram ótimos com todas as armas, era de se esperar, pois seu pai era o deus da guerra.  Alaric logo correu para cima do menino que ainda estava parado e era surpreendido com a  velocidade daquele semideus, ele rapidamente deu um chute na barriga da prole de Thanatos seguido de um chute em seu rosto o derrubando facilmente. O menino deitado ao chão olhou para aquele semideus e então deu uma risada e falou: - Você é muito bom. Ótimo... acabei me encrencando no primeiro dia de acampamento. - Disse o filho de Thanatos se ajoelhando no chão voltando a ficar em pé, Alaric deu um sorriso maléfico e falou: - Depois do meu próximo ataque você não vai se lembrar de nada por um bom tempo - O filho de Ares estava confiante de sua vitória e um sorriso passava pelo seu rosto, ele correu novamente para cima do menino desferindo vários golpes coma foice que eram facilmente defendidas pela prole de Thanatos que então contra atacava ele demosntrando toda sua habilidade com foices se defendendo e contra atacando cortando seu rosto apenas de raspão e fazendo uma enorme ferida em seu peito, ele não estava a correr um enorme perigo, mas a dor era insuportável.

Isabelle estava treinando ali com seu chicote, ela percebia um tumultua do outro lado do campo. A menino curiosa ao se aproximar se perguntava quem era que estava ali no meio ? Andrew estava há se levantar e então utilizando de sua foice, então o filho de  Ares aparecia a sua frente e dava um soco na barriga dele e falava: - Você é um fraco, patético. Quando aprender há lutar poderá ter uma revanche,hoje apenas irei deixa-lo desmaiado aqui no chão - Isabelle ao escutar aquilo saia do meio da multidão e utilizava seu chicote para afastar ele de Andrew enquanto pensava "mal chegou no acampamento e já arrumou encrenca com os filhos de Ares, mas que sem noção". O filho de Ares disse: - Olhem pessoal, o novato tá sendo salvo por uma garota, mas não é fofo ? Nos vemos por ai novato - Disse ele se retirando local.

Elena se aproximou dele e falou: - Ei encrenqueiro, acorde, vamos abra o olho - Disse ela meigamente, Andrew abriu seus olhos lentamente ainda tonto e falou: - Cadê o filho de Ares ? - Disse ele assutado ao ver Isabelle, ela deu um sorriso e falou: - Que bom ver você também, ele foi embora depois que ajudei você ! Então consegui ir para enfermaria sozinho ou precisa de ajuda ? - Andrew há olhou e falou: -Ainda tá doendo, mas...se quiser vir vamos   - Ele deu um sorriso junto a ela e saiu dali em direção a enfermaria para tratar de seus cortes causados pelo semideus.
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Re: A arena do Acampamento.

Mensagem por Melinoe em Qui Dez 11, 2014 3:55 pm



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Um bom treino também, mas poderia ter mais detalhes. Terá a mesma recompensa dos dois acima. 

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Re: A arena do Acampamento.

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